Fernando Sánchez - Europa Press - Arquivo
MADRID 2 fev. (EUROPA PRESS) -
O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, anunciou nesta segunda-feira a imposição de um novo pacote de sanções contra a “frota fantasma” da Rússia, que é utilizada por Moscou para contornar as restrições impostas pela União Europeia (UE) à exportação de petróleo russo, e sua suposta responsabilidade em ataques cibernéticos contra Kiev e países do bloco europeu e da OTAN.
O decreto assinado por Zelenski visa sincronizar as sanções ucranianas com as da UE e inclui dez indivíduos e seis entidades pelo seu papel na facilitação de ciberataques, bem como nas operações da “frota fantasma” para exportar petróleo russo.
Os afetados incluem cidadãos estrangeiros e russos supostamente envolvidos neste tipo de operações para contornar as sanções internacionais e “divulgar propaganda pró-Rússia”, conforme indicado pela Presidência ucraniana em um comunicado. “Entre eles há pessoas que, através de suas próprias empresas, forneceram e exportaram petróleo russo. Há também propagandistas russos e membros do Serviço de Inteligência russo responsáveis por ciberataques contra agências do governo da Ucrânia e de outros países para obter informações confidenciais e desestabilizar”, diz o texto. Essas sanções também afetam empresas na Rússia, nos Emirados Árabes Unidos (EAU) e no Vietnã, que fazem parte da “frota fantasma”, ressalta o documento.
Kiev impôs, durante o último ano, uma quinzena de pacotes de sanções de forma coordenada com os países da União Europeia. “É extremamente importante continuar a intensificar a pressão sobre o agressor e acabar com todas as oportunidades de financiar a guerra. Para isso, é necessário minar as atividades da Rússia, tanto contra os países da UE como da OTAN”, afirmou.
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