Sergey Bobylev/Kremlin/dpa - Arquivo
MADRID 16 set. (EUROPA PRESS) -
As autoridades ucranianas lembraram ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na terça-feira, que seu homólogo russo, Vladimir Putin, quebrou sua palavra e não respeitou nenhuma de suas promessas, por isso insistiram novamente com seus parceiros para aplicar "urgentemente" sanções mais profundas.
"Putin não pode continuar agindo com impunidade", disse o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andri Sibiga, acusando-o de renegar compromissos como "parar as mortes", "apresentar passos reais em direção à paz" nas conferências de Istambul e concordar com uma reunião com seu colega ucraniano, Volodimir Zelenski.
Sibiga listou que Putin, em vez disso, "intensificou o terror contra a Ucrânia", incluindo "horríveis ataques terroristas contra civis", e a Rússia chegou a invadir o espaço aéreo polonês e romeno com drones.
É por isso que o ministro das Relações Exteriores renovou essas exigências, tanto em relação a Washington quanto às capitais europeias, aproveitando o fato de que "a economia da Rússia já está em uma situação precária". Mais pressão, ele argumenta, forçaria Putin a "entender que a continuação da guerra ameaça tanto seu regime quanto a si mesmo".
"Essas medidas devem ser coordenadas em ambos os lados do Atlântico. Mas elas devem ser tomadas agora, e não mais tarde", ele pediu.
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