Publicado 09/04/2025 08:44

A Ucrânia diz que as forças de paz estrangeiras seriam enviadas para áreas de "ameaça mínima"

Archivo - Arquivo - 10 de fevereiro de 2024, Ucrânia, Ucrânia, Ucrânia: O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky com o recém-nomeado comandante-chefe das Forças Armadas da Ucrânia, Oleksandr Syrsky, e o ministro da Defesa da Ucrânia, Rustem Umerov, com o
Europa Press/Contacto/President Of Ukraine

MADRID 9 abr. (EUROPA PRESS) -

As autoridades ucranianas declararam que um eventual envio de tropas estrangeiras para o país, uma vez que um cessar-fogo total seja alcançado com a Rússia, seria realizado em áreas onde "o nível de ameaça é mínimo".

Isso foi explicado pelo comandante-chefe das Forças Armadas ucranianas, Oleksandr Sirski, em uma entrevista ao portal de notícias Left Bank, na qual ele enfatizou que a presença desse "contingente de manutenção da paz" serviria como uma "garantia de segurança adicional", pelo menos na área em que seria estabelecido.

"A presença de tropas de um país ou de outro no território de nosso estado é uma questão política", explicou Sirski. "Em teoria, essas unidades não estarão na linha de frente. Elas estarão onde o nível de ameaça é mínimo", disse ele.

Sirski acredita que essa implantação, pelo menos por um tempo, "descarrilaria" as intenções do exército russo. "Isso estabilizará a situação, mas é difícil dizer por quanto tempo", disse ele.

O Reino Unido e a França lideraram uma proposta para liderar uma implantação, da qual os EUA, por exemplo, têm sido mais céticos. A Ucrânia, por sua vez, adotou a iniciativa como um prelúdio para maiores garantias de segurança, como a adesão à UE ou a improvável adesão à OTAN.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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