Publicado 14/02/2025 10:17

A Ucrnia diz ao enviado de Trump que nenhum acordo com a Rússia funcionará se no for baseado em "coero"

Archivo - Arquivo - 17 de dezembro de 2024, Lviv, Oblast de Lviv, Ucrnia: O chefe de gabinete presidencial ucraniano, Andriy Yermak,  esquerda, e o presidente Volodymyr Zelenskyy,  direita, aguardam um momento de silncio durante uma cerimnia em hom
Europa Press/Contacto/Ukraine Presidency/Ukrainian

MADRID 14 fev. (EUROPA PRESS) -

As autoridades ucranianas disseram ao enviado especial de Donald Trump, Keith Kellogg, que nenhum acordo com a Rússia funcionará a menos que seja baseado em "forte coero", porque o presidente Vladimir Putin "nunca respeita as regras" e "despreza" aqueles que as seguem.

O chefe do gabinete presidencial ucraniano, Andri Yermak, e Kellogg se reuniram na sexta-feira em Munique para a conferncia de segurana que comea na cidade alem e que assumiu uma importncia renovada após a reaproximao entre Washington e Moscou para negociar o fim da guerra.

"Os russos respeitam apenas a fora (...) Qualquer acordo sem forte coero em relao Rússia no funcionará", disse Yermak em seu Telegram, em uma reunio que se concentrou principalmente, segundo ele, na cooperao entre Washington e Kiev para alcanar uma "paz justa e duradoura".

Yermak alertou que essa presso pela fora deve estar presente em todos os momentos das negociaes, já que "o controle sobre a Ucrnia continua sendo a base das ambies imperiais do Kremlin" e, portanto, é um "dever comum" fazer com que a Rússia "pague o preo real por tudo o que fez".

"Essa é uma questo de segurana no apenas para o nosso país, mas para toda a Europa e o mundo", enfatizou, uma ideia repetida pelas autoridades de Kiev durante todo o conflito em uma tentativa de justificar suas exigncias. "Ajudar a Ucrnia agora é muito mais barato do que enfrentar a Rússia mais tarde", disse ele.

Por fim, Yermak relatou que eles discutiram os preparativos para futuras reunies entre as autoridades dos dois países, incluindo a visita de Kellogg Ucrnia, agradecendo a ele pelo interesse do governo Trump em pr fim ao conflito.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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