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MADRID 6 fev. (EUROPA PRESS) - A Ucrânia denunciou nesta sexta-feira a morte de 650 atletas e treinadores desde o início da invasão russa ao país, em fevereiro de 2022, no início dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina d'Ampezzo.
Em uma mensagem no início dos Jogos Olímpicos de Inverno, o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andri Sibiga, enfatizou que a participação dos atletas ucranianos “tem um significado especial” porque eles se prepararam para os jogos “nas duras condições da guerra em grande escala da Rússia, com ataques ao sistema energético e infraestrutura danificada”.
Assim, afirmou que durante a guerra iniciada em 2022 “mais de 650 atletas e treinadores ucranianos foram mortos pela Rússia e mais de 800 instalações esportivas foram destruídas”.
Entre os alvos atacados pela Rússia estão 20 centros de treinamento olímpico e paralímpico, acrescentou Sibiga, para enfatizar o alto custo da agressão russa à comunidade esportiva ucraniana.
Nesse sentido, Sibiga sublinhou que o veto aos atletas russos e bielorrussos deve continuar e que “não pode haver qualquer discussão sobre o abrandamento das restrições”, uma vez que os Jogos Olímpicos decorrem enquanto se verifica o maior conflito armado na Europa desde a Segunda Guerra Mundial. “A Rússia é o principal infrator do desporto internacional e da Carta Olímpica. Durante as últimas duas décadas, iniciou três invasões durante a trégua olímpica e levou a cabo uma campanha de doping sem precedentes dirigida pelo Estado”, salientou.
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