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MADRID 3 jan. (EUROPA PRESS) -
O governo ucraniano reagiu ao ataque militar dos EUA contra a Venezuela e à captura do presidente venezuelano Nicolas Maduro, lembrando que não reconhece a legitimidade de Maduro e pedindo que a Venezuela tenha "uma chance de liberdade".
"O povo da Venezuela deve ter a oportunidade de uma vida normal, com segurança, prosperidade e dignidade humana. Continuaremos a apoiar seu direito a essa normalidade, respeito e liberdade", disse o ministro das Relações Exteriores, Andrii Sibiha, em uma mensagem publicada na rede social X.
Kiev defende, portanto, "o direito das nações de viverem livremente, livres de ditadura, opressão e violações dos direitos humanos". "O regime de Maduro violou todos esses princípios", enfatizou.
Sibiha ressalta que "a Ucrânia, como dezenas de outros países, não reconheceu a legitimidade de Maduro após as eleições fraudulentas e a violência contra os manifestantes", referindo-se às eleições de 28 de julho de 2024.
"Os países democráticos e as organizações de direitos humanos em todo o mundo denunciaram os crimes, a violência, a tortura, a opressão e os abusos de todas as liberdades básicas, o roubo de votos e a destruição da democracia e do Estado de Direito", ressaltou Sibiha.
A Ucrânia continua atenta aos futuros acontecimentos "de acordo com os princípios do direito internacional, dando prioridade à democracia, aos direitos humanos e aos interesses dos venezuelanos". "Obrigado a todos aqueles no mundo que ajudam a proteger a vida", reiterou.
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