Publicado 01/04/2025 08:55

A Ucrnia confirma que está trabalhando no novo projeto de terras raras dos EUA após recentes desentendimentos

Archivo - Arquivo - 26 de novembro de 2024, Varsóvia, Polnia: O ministro Andriy Sybiha fala  mídia durante uma coletiva de imprensa. Hoje, o ministro polons das Relaes Exteriores, Radoslaw Sikorski, reuniu-se com o ministro ucraniano das Relaes E
Europa Press/Contacto/Marek Antoni Iwanczuk

MADRID 1 abr. (EUROPA PRESS) -

O ministro das Relaes Exteriores da Ucrnia, Andri Sibiga, confirmou nesta tera-feira que está trabalhando com os Estados Unidos para elaborar um novo acordo sobre terras raras, após o último rascunho entregue por Washington e em meio a acusaes entre as partes de querer voltar atrás no que já foi acordado.

Sibiga explicou que a Ucrnia estava pronta para assinar o acordo que estava na mesa, mas em 28 de maro uma "nova proposta e, consequentemente, um novo texto" chegou ao Ministério das Relaes Exteriores, disse ele em uma coletiva de imprensa em Kiev, juntamente com seu colega lituano, Kestutis Budrys, de acordo com a RBC.

"Já iniciamos consultas com o lado americano sobre o texto do acordo (...) O lado ucraniano está determinado a concluir um documento que satisfaa os interesses nacionais dos Estados Unidos e da Ucrnia", disse ele.

Sibiga revelou que a nova proposta dos EUA prev uma maior presena de suas empresas em território ucraniano, o que ele descreveu como "importante", pois poderia ser benéfico para o parque empresarial local.

"Continuaremos a trabalhar com nossos colegas americanos para chegar a um acordo que seja aceitável para todos", disse ele.

Na última sexta-feira, o presidente ucraniano Volodymyr Zelenski confirmou a chegada de outro projeto de acordo sobre a explorao desses recursos naturais, no qual os EUA demonstraram um interesse renovado, embora tenha advertido que seu formato havia mudado em relao ao que estavam dispostos a assinar.

Zelenski, que disse que "nada pode ser aceito que possa ameaar a adeso da Ucrnia UE", foi criticado por seu homólogo norte-americano, Donald Trump, dias depois, acusando-o de desistir de assinar o acordo, que, se no se concretizasse, lhe causaria "sérios problemas".

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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