Publicado 22/04/2026 05:55

A Ucrânia confirma o retorno de mais de 2.100 menores deportados para a Rússia durante a guerra, 150 deles neste ano

Roma, Roma, IT: Roma, encontro no Palazzo Chigi entre a primeira-ministra, Giorgia Meloni, e o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky. Na foto: Giorgia Meloni, Volodymyr Zelensky
Europa Press/Contacto/BArbara Amendola

MADRID 22 abr. (EUROPA PRESS) -

As autoridades ucranianas confirmaram nesta quarta-feira o retorno de mais de 2.100 menores ucranianos que foram deportados à força para a Rússia no contexto da guerra em grande escala de fevereiro de 2022, dos quais 150 puderam voltar para suas famílias nos primeiros meses deste ano.

Assim, o presidente, Volodimir Zelenski, repercutiu o relatório elaborado pela iniciativa “Bring Kids Back UA”, que constata que mais de 2.100 crianças ucranianas levadas à força para a Rússia foram devolvidas e puderam se reunir com suas famílias ucranianas.

Os representantes da iniciativa, Oleksandr Bevz e Maksim Maksimov, indicaram que uma comissão especial subordinada ao Ministério da Justiça analisa e verifica as informações relativas ao sequestro de crianças ucranianas no contexto da guerra.

Ambos destacaram a importância de que, no âmbito das Nações Unidas, a Comissão Internacional Independente de Investigação sobre a Ucrânia, que investiga as supostas violações e abusos dos direitos humanos no conflito, tenha qualificado a deportação e o deslocamento forçado de crianças ucranianas como um crime contra a humanidade.

O mandado de prisão do Tribunal Penal Internacional (TPI) contra o presidente russo, Vladimir Putin, refere-se, entre outras questões, a supostos crimes de guerra cometidos na Ucrânia pela deportação forçada de crianças ucranianas de zonas capturadas durante a invasão do país.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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