Europa Press/Contacto/BArbara Amendola
MADRID 22 abr. (EUROPA PRESS) -
As autoridades ucranianas confirmaram nesta quarta-feira o retorno de mais de 2.100 menores ucranianos que foram deportados à força para a Rússia no contexto da guerra em grande escala de fevereiro de 2022, dos quais 150 puderam voltar para suas famílias nos primeiros meses deste ano.
Assim, o presidente, Volodimir Zelenski, repercutiu o relatório elaborado pela iniciativa “Bring Kids Back UA”, que constata que mais de 2.100 crianças ucranianas levadas à força para a Rússia foram devolvidas e puderam se reunir com suas famílias ucranianas.
Os representantes da iniciativa, Oleksandr Bevz e Maksim Maksimov, indicaram que uma comissão especial subordinada ao Ministério da Justiça analisa e verifica as informações relativas ao sequestro de crianças ucranianas no contexto da guerra.
Ambos destacaram a importância de que, no âmbito das Nações Unidas, a Comissão Internacional Independente de Investigação sobre a Ucrânia, que investiga as supostas violações e abusos dos direitos humanos no conflito, tenha qualificado a deportação e o deslocamento forçado de crianças ucranianas como um crime contra a humanidade.
O mandado de prisão do Tribunal Penal Internacional (TPI) contra o presidente russo, Vladimir Putin, refere-se, entre outras questões, a supostos crimes de guerra cometidos na Ucrânia pela deportação forçada de crianças ucranianas de zonas capturadas durante a invasão do país.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático