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MADRID 18 fev. (EUROPA PRESS) -
A Ucrânia confirmou nesta quarta-feira que recebeu US$ 584 milhões em ajuda militar por meio de compras de armamento aos Estados Unidos, no âmbito da iniciativa PURL lançada pela OTAN, embora tenha alertado que precisará de um total de US$ 15 bilhões em ajuda militar para se manter na linha de frente em 2026.
Em uma mensagem nas redes sociais, o presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, agradeceu as contribuições do Reino Unido, Noruega, Países Baixos, Suécia, Islândia e Letônia, estimando em um total de 584 milhões de dólares a ajuda comprometida através do mecanismo da OTAN, conhecido como Lista de Requisitos Prioritários da Ucrânia, PURL, pela sua sigla em inglês.
De qualquer forma, Zelenski salientou que as necessidades militares ucranianas durante este ano ascendem a 15 mil milhões de dólares, essenciais para manter Kiev na batalha. “Isto ajudará a privar a Rússia do instrumento de pressão que é o terror aéreo, e encorajamos todos os interessados na segurança a juntarem-se e a aumentarem as suas contribuições para a PURL”, salientou.
O líder ucraniano afirmou que a iniciativa lançada pela OTAN “continua sendo um mecanismo confiável” para contar com mísseis de defesa antiaérea que neutralizam “da maneira mais eficaz” as ameaças balísticas russas. “Isso nos permite proteger nossa rede energética durante o inverno rigoroso”, explicou.
Nesse sentido, agradeceu a todos os países que participam neste quadro de apoio a Kiev, salientando que espera que o programa “continue a funcionar eficazmente”. A OTAN lançou no verão passado um novo mecanismo para apoiar o exército ucraniano através da aquisição de armamento aos Estados Unidos, após negociações com a Alemanha e a administração de Donald Trump. Inicialmente, os Países Baixos, a Noruega, a Dinamarca, a Suécia e o Canadá aderiram a este plano, além de Berlim. Posteriormente, mais aliados aderiram, incluindo a Espanha.
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