Europa Press/Contacto/Li Renzi - Arquivo
MADRID 1 dez. (EUROPA PRESS) -
As autoridades ucranianas criticaram o Cazaquistão por não condenar a agressão russa contra instalações e civis, mas sim por denunciar os ataques deste fim de semana de Kiev contra o Caspian Pipeline Consortium, a empresa cazaque que exporta petróleo pela região.
"Estamos impressionados com a ausência de declarações anteriores do lado cazaque condenando os ataques da Rússia contra civis na Ucrânia, edifícios residenciais, infraestrutura civil e o sistema de energia de nosso Estado", respondeu a Ucrânia aos protestos do Cazaquistão.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Ucrânia, Georgi Tiji, disse que eles "tomam nota" das preocupações do Cazaquistão, mas que esses ataques têm como objetivo "repelir a agressão russa em grande escala" e não têm como alvo países terceiros. "Kiev está combatendo os ataques do agressor", disse ele.
"Enfatizamos mais uma vez que o único fator desestabilizador e a causa dos desafios de segurança na região do Mar Negro continua sendo a agressão russa", observou o porta-voz, lembrando também o lado cazaque de seu suposto silêncio sobre os últimos ataques de Moscou.
Ao mesmo tempo em que Taji reafirmou o respeito da Ucrânia pelo povo cazaque, ele pediu a todos os lados que direcionem suas ações para "forçar o agressor a interromper a guerra criminosa" contra o Estado e o povo ucranianos.
Embarcações não tripuladas atacaram as instalações do Consórcio no porto da cidade russa de Novorossiysk no sábado, forçando a suspensão das operações e a entrada de navios. O Cazaquistão advertiu a Ucrânia de que tais atos prejudicam suas relações, instando-a a tomar medidas para evitar a recorrência.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático