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MADRID, 28 abr. (EUROPA PRESS) -
As Forças Armadas ucranianas estimaram, na segunda-feira, em 950 mil o número de baixas de combate sofridas pelo exército russo desde o início da invasão, desencadeada em fevereiro de 2022 por ordem do presidente russo Vladimir Putin, mas Moscou não faz uma avaliação oficial há meses.
O Estado-Maior do exército ucraniano indicou em uma declaração publicada em sua conta no Facebook que as forças armadas russas sofreram "cerca de 949.870" baixas, incluindo 1.160 durante o último dia.
Ele acrescentou que as tropas russas perderam 10.723 tanques, 22.338 veículos blindados, 27.038 sistemas de artilharia, 370 aviões, 335 helicópteros, 34.083 drones, 28 navios e um submarino, entre outros equipamentos militares, nas hostilidades.
"Os dados estão sendo atualizados", disse o Estado-Maior do exército ucraniano em seu comunicado. "Derrotem o ocupante, juntos venceremos! Lutem contra o invasor, juntos venceremos!", acrescentou.
O Ministério da Defesa da Rússia disse na segunda-feira que os sistemas de defesa aérea do país interceptaram mais de 110 drones lançados nas últimas 24 horas, incluindo mais de cem no território da região de Bryansk.
Especificou em um comunicado publicado em sua conta no Telegram que 102 drones foram destruídos em Bryansk, dois em Kursk, um em Belgorod, um no Mar Negro e nove na Crimeia, anexada em 2014 por Moscou, um passo não reconhecido pela comunidade internacional.
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