MADRID, 5 jul. (EUROPA PRESS) -
As Forças Armadas ucranianas atacaram até 16 subestações elétricas na península da Crimeia, sob controle russo, nos últimos dois dias, em uma nova onda de ataques contra a infraestrutura dessa região e de outras, como Kherson ou Zaporizhia.
O resultado desses ataques já se fez sentir nessas duas últimas regiões, já que o governador militar pró-Rússia de Kherson, Volodimir Saldo, reconheceu que há quedas de energia totais ou parciais em todos os distritos da província.
Também em Zaporijia, seu governador pró-Rússia, Yevhen Balitski, confirmou cortes no fornecimento de energia elétrica. “Várias instalações elétricas estão afetadas. Há um apagão parcial. Os engenheiros estão trabalhando para estabilizar a rede”, afirmou ele nas redes sociais.
O comandante das Forças de Sistemas Não Tripulados ucranianas, Robert 'Magyar' Brovdi, explicou que as subestações de Kovilne, Stepne, Yani Kapu, Traktovo, Niva, Zimno, Bajchisarai, Saki Zajidno-Krimska e Slavianske foram bombardeadas.
Também foram afetadas as subestações de Genichesk e Overianivka, em Kherson. Além disso, foram atacadas as subestações de Lozovske e Pokrovske (Lugansk), Preobrayenka (Kherson) e Novovasilivka (Zaporizhia).
Por outro lado, as forças ucranianas atacaram um aeródromo na Crimeia, vários depósitos de material militar e pontes na região. Desde 1º de julho, 37 instalações elétricas no sul da Ucrânia, sob controle russo, foram atingidas.
Os ataques ucranianos contra a infraestrutura energética russa provocaram escassez de combustível nos postos de gasolina do país e, na Crimeia em particular, os danos à infraestrutura relacionada ao combustível são especialmente graves.
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