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MADRID 12 maio (EUROPA PRESS) -
As forças armadas ucranianas acusaram a Rússia, na segunda-feira, de lançar mais de cem drones contra o país durante a madrugada, apesar da oferta de Kiev e seus aliados para um cessar-fogo de 30 dias a partir de 12 de março, após o qual o presidente russo, Vladimir Putin, instou o governo ucraniano a manter conversações diretas sem condições a partir de quinta-feira.
O Estado-Maior do exército ucraniano disse em um comunicado em sua conta no Facebook que as tropas russas haviam lançado 108 drones kamikaze e iscas contra várias províncias, antes de afirmar que 55 deles haviam sido abatidos, enquanto outros 30 "perderam sua localização, sem consequências negativas".
Ele também confirmou ataques em quatro províncias, sem relatos de vítimas ou danos materiais até o momento. "As províncias de Odessa, Mikolaiv, Donetsk e Yitomir foram afetadas pelo ataque inimigo", disse ele, sem mais detalhes.
A denúncia das forças ucranianas veio um dia depois que o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky sinalizou sua disposição de se encontrar com Putin na cidade turca de Istambul na quinta-feira, no que seria o esforço diplomático mais significativo até agora para acabar com a guerra da Ucrânia.
Zelenski respondeu ao pedido do presidente dos EUA, Donald Trump, para uma reunião direta com o presidente russo, mas insistiu na importância de um cessar-fogo "a partir desta segunda-feira", uma opção não levantada por Putin em sua resposta à proposta feita no sábado por Kiev e seus aliados ocidentais.
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