Europa Press/Contacto/Hasan Mrad
MADRID 10 set. (EUROPA PRESS) -
O governo da Tunísia disse nesta quarta-feira que o segundo ataque contra a Sumud Global Flotilla, realizado no dia anterior, "foi premeditado", apesar de ter descartado, após o primeiro incidente desse tipo em seu litoral, uma ação "hostil" ou "externa", e prometeu "esclarecer" o que aconteceu.
O Ministério do Interior disse que já está realizando "todas as investigações necessárias para esclarecer todos os fatos para que o público, não apenas na Tunísia, mas em todo o mundo, possa saber quem planejou esse ataque, quem estava envolvido e quem o executou", diz uma breve declaração.
A flotilha alegou que duas de suas embarcações foram alvo de ataques de drones na segunda e na terça-feira. Após o primeiro desses relatos, a Guarda Costeira negou que tenha sido um ataque de drone, dizendo que as chamas se originaram "de um dos coletes salva-vidas do navio, de um isqueiro ou de uma ponta de cigarro".
Apesar dos ataques, a flotilha está se preparando para zarpar do porto de Sidi Bou Said, próximo à capital da Tunísia, com cerca de 300 voluntários de até 44 países, incluindo a ativista sueca Greta Thunberg e a ex-prefeita de Barcelona Ada Colau, com a intenção de romper o bloqueio israelense a Gaza.
A ofensiva israelense, desencadeada após os ataques realizados em 7 de outubro de 2023 por várias facções palestinas, deixou até agora mais de 64.600 palestinos mortos, de acordo com as autoridades de Gaza, controladas pelo Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), em meio a reclamações internacionais sobre as ações do exército israelense no enclave, especialmente o bloqueio à entrega de ajuda.
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