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MADRID 6 abr. (EUROPA PRESS) -
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reiterou nesta segunda-feira que poderia se candidatar à Presidência da Venezuela, tendo em vista os bons índices de popularidade que, segundo ele, possui naquele país.
“Dizem que, se eu me candidatasse à Presidência da Venezuela, seria o candidato com mais votos da história do país. Então, quando eu terminar com isso (a guerra no Irã), posso ir para a Venezuela”, afirmou durante uma coletiva de imprensa na Casa Branca.
Trump explicou que vai aprender espanhol. “Não vou demorar muito. Sou bom em idiomas. Vou para a Venezuela e me candidatar à presidência”, destacou.
O presidente dos Estados Unidos destacou em seguida que “estamos muito felizes” com a “presidente eleita”, em referência à presidente interina, Delcy Rodríguez, e lembrou as consequências do desmantelamento do Estado após a invasão do Iraque.
“Lembrem-se de (George W.) Bush no Iraque. Ele demitiu os generais, demitiu a polícia (...). Demitiu todo mundo e sabem o que aconteceu? Um caos. E o que rolou? Surgiu o Estado Islâmico. Esses generais e soldados se uniram e, todos juntos, formaram o Estado Islâmico. Isso não vai acontecer conosco”, argumentou.
Para Trump, “a Venezuela está ótima”. “Entramos, tivemos um grande sucesso. Um poderio militar nunca visto”, destacou, referindo-se à incursão em que o presidente Nicolás Maduro foi capturado e na qual morreram cerca de cem pessoas.
O presidente já havia feito uma observação nesse sentido há uma semana, quando afirmou ser a pessoa “que tem mais apoio nas pesquisas” no país latino-americano. “E, em outras palavras, depois da presidente, acho que poderia ir à Venezuela e me candidatar contra Delcy”, afirmou em declarações à imprensa, acompanhado pelo secretário de Estado, Marco Rubio.
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