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MADRID 9 jul. (EUROPA PRESS) -
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vinculou a possível retirada de mais tropas americanas da Europa ao que acontecerá com a Groenlândia, uma ilha que ele espera que venha a ser controlada por Washington e cuja devolução à Dinamarca após a Segunda Guerra Mundial considera uma “bobagem”.
Ao ser questionado sobre a possibilidade de ampliar essa retirada, Trump afirmou que “ainda não tomou a decisão final a respeito”. “Muito disso dependerá do que acontecer com a Groenlândia”, afirmou durante uma coletiva de imprensa a bordo do Air Force One, ao retornar aos Estados Unidos vindo da Turquia, onde participou da cúpula da OTAN.
“Muito dependerá da Groenlândia e muito dependerá do que acontecer com o Irã”, ressaltou, não sem antes sugerir que tudo indica que “haverá um bom acordo” em relação ao futuro da ilha.
A primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, reafirmou na quarta-feira que a Groenlândia “não está à venda” e que seu país está disposto a “defender cada centímetro da OTAN”, depois que Trump voltou a afirmar que o território “deveria estar sob controle dos Estados Unidos”.
A líder dinamarquesa lamentou que a postura dos Estados Unidos “seja muito clara”, mas ressaltou que a da Dinamarca também é “tão clara quanto sempre foi”. “A Groenlândia, é claro, não está à venda”, afirmou ela.
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