Publicado 15/04/2026 08:34

Trump revela que pediu a Xi para não enviar armas ao Irã, e este negou que a China esteja ajudando Teerã

13 de abril de 2026, Washington, Distrito de Columbia, EUA: O presidente dos EUA, Donald Trump, fala com a imprensa do lado de fora do Salão Oval da Casa Branca, em Washington, DC, EUA, na segunda-feira, 13 de abril de 2026. Trump destaca a política de “i
Europa Press/Contacto/Salwan Georges - Pool via CN

MADRID 15 abr. (EUROPA PRESS) -

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que solicitou, por meio de uma carta, ao seu homólogo chinês, Xi Jinping, que não enviasse ajuda militar ao Irã no contexto da guerra com os Estados Unidos e Israel, ao que o líder asiático respondeu que não está fazendo isso.

“Ele me escreveu uma bela carta, em resposta à carta que eu lhe enviei porque soube que a China estava fornecendo armas ao Irã”, explicou ele em entrevista à rede Fox, na qual indicou que, em sua troca de correspondência, o presidente chinês lhe garantiu que Pequim não está prestando ajuda militar a Teerã.

“Escrevi uma carta pedindo que ele não fizesse isso. E ele me escreveu uma carta dizendo que, em essência, não estava fazendo isso”, resumiu.

Antes de viajar para a China, onde se espera que realize uma visita oficial no mês de maio, Trump insistiu que, enquanto o presidente chinês “precisa de petróleo”, os americanos não estão nessa situação, embora não tenha esclarecido como acredita que a guerra no Irã e a crise no Estreito de Ormuz possam afetar a cúpula em Pequim.

“Me dou muito bem com ele”, insistiu para ressaltar, de qualquer forma, que é o governante que se mostra mais firme com a China. “A China é a China. Nunca são fáceis. Mas estamos indo muito bem com a China. Sou o mais duro do mundo”, afirmou para ressaltar que sua política de tarifas contra veículos fabricados na China fez com que “não haja um único carro chinês em todo o país”, em contraste com o que, segundo ele alertou, acontece na Europa.

“Se olharmos para a Europa, eles estão sendo inundados por carros chineses e isso está acabando com seus fabricantes de automóveis”, afirmou, defendendo, por outro lado, sua política em relação ao gigante asiático, reiterando que “não há ninguém mais duro” em sua postura em relação a Pequim.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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