Europa Press/Contacto/Li Rui
MADRID, 9 abr. (EUROPA PRESS) -
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, destacou nesta quarta-feira que a OTAN “não estava presente” quando seu país precisou dela durante a escalada das hostilidades no Oriente Médio, após o lançamento de sua ofensiva com Israel contra o Irã, ao mesmo tempo em que considerou que a Aliança Atlântica “também não estará” se, no futuro, voltar a precisar de sua ajuda, após manter uma reunião horas antes com o secretário-geral da organização, Mark Rutte.
"A OTAN não estava presente quando precisávamos dela e também não estará presente se voltarmos a precisar dela", sublinhou o inquilino da Casa Branca em uma mensagem publicada em sua rede social minutos depois de Rutte ter afirmado ver o presidente "claramente decepcionado" com "muitos aliados" da Aliança, mas receptivo a ouvir seus argumentos "sobre o que está acontecendo".
Em relação a esse mesmo encontro, o chefe da OTAN garantiu ter lembrado ao presidente americano que “a grande maioria” dos países europeus “colaborou” com seu país, após semanas de críticas de Washington às restrições e reticências de parceiros como Espanha ou França às operações militares dos Estados Unidos contra o Irã.
Na mesma mensagem, Trump voltou a colocar o foco na Groenlândia, território autônomo dinamarquês sobre o qual lançou repetidas ameaças de anexação da ilha, para alertar e “lembrar” que, em sua opinião, trata-se de um “enorme pedaço de gelo mal administrado”.
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