Publicado 04/07/2026 15:38

Trump ressalta que Netanyahu “sabe quem manda”

O primeiro-ministro israelense visitará a Casa Branca nos próximos dias

2 de julho de 2026, Lyon, Lyon, França: Nesta ilustração fotográfica, o presidente dos EUA, Donald Trump, é exibido na tela, em Lyon, França, em 2 de julho de 2026.
Europa Press/Contacto/Hasan Mrad

MADRID, 4 jul. (EUROPA PRESS) -

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, destacou neste sábado, em uma entrevista, que o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, visitará a Casa Branca nos próximos dias e que ele “sabe quem manda”.

“Nós nos damos muito bem. Ele sabe quem manda”, explicou ele em uma breve entrevista por telefone ao site de notícias Axios. Netanyahu teria solicitado esse encontro, o primeiro presencial entre os dois líderes desde fevereiro, quando Netanyahu apresentou a Trump seu plano para iniciar a guerra contra o Irã.

O encontro poderá ocorrer após a cúpula da OTAN, prevista para os dias 7 e 8 de julho na Turquia. “O primeiro-ministro Netanyahu e o presidente Trump concordaram em se encontrar em breve nos Estados Unidos”, informou o gabinete de Netanyahu em um comunicado no qual parabeniza os Estados Unidos pelo 250º aniversário da Declaração de Independência.

O fim dessa ofensiva dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã seria um dos principais motivos do afastamento entre Trump e Netanyahu. Nesse sentido, Trump destacou que o Irã “está implorando para chegar a um acordo”, embora ambas as partes tenham decidido dar uma semana de pausa para que sejam concluídos os funerais do líder supremo iraniano Ali Khamenei, morto no primeiro dia dos bombardeios israelo-americanos.

Trump destacou que todos os líderes iranianos se reuniram para o funeral de Jamenei. “Estão todos lá. Um tiro (e acabaria com todos), mas não vamos fazer isso porque, então, não teríamos ninguém com quem negociar”, observou.

O líder norte-americano expressou sua surpresa ao ver pessoas chorando no funeral porque, segundo ele, pensava que as pessoas odiavam Jamenei. “Talvez fossem lágrimas falsas”, argumentou.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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