Daniel Heuer - Pool via CNP / Zuma Press / Contact
MADRID 6 abr. (EUROPA PRESS) -
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reiterou nesta segunda-feira o ultimato que expira na terça-feira, pelo qual exige que o Irã abra o Estreito de Ormuz, e advertiu que o país inteiro “pode ser arrasado em uma noite”, que poderia ser a de amanhã.
“O país inteiro pode ser arrasado em uma noite, e poderia ser amanhã”, afirmou Trump durante uma coletiva de imprensa em Washington. “Temos um plano que conta com o poder de nossas forças armadas. Às 24h em ponto, todas as pontes do Irã estarão arrasadas. Todas as usinas nucleares estarão inoperantes, em chamas, com explosões, e nunca mais poderão ser utilizadas”, acrescentou.
Durante a coletiva de imprensa, Trump foi questionado sobre o fato de que esses bombardeios poderiam ser considerados crimes de guerra, ao que respondeu que os próprios iranianos “estão dispostos a sofrer por sua liberdade”. "Os iranianos dizem, e temos muitas mensagens interceptadas, 'por favor, continuem bombardeando' e as bombas caem ao lado de suas casas (...). Tudo o que posso dizer é que eles querem liberdade", afirmou.
O secretário de Defesa, Pete Hegseth, participou da coletiva de imprensa e insistiu nas ameaças de bombardeios generalizados caso o prazo do ultimato seja cumprido sem um acordo. “O Irã tem que escolher. Escolham bem, porque este presidente não está brincando. Podem perguntar a (Qasem) Soleimani, a (Nicolás) Maduro, a Jomeini”, argumentou, referindo-se ao fundador da República Islâmica, Ruholá Jomeini, quando presumivelmente queria citar o líder supremo iraniano Alí Jamenei, falecido no primeiro dia dos bombardeios americanos sobre o Irã, em 28 de fevereiro.
Hegseth destacou ainda que estão aumentando o número de ataques em solo iraniano. “Hoje tivemos o maior volume de ataques desde o primeiro dia desta operação. Amanhã serão ainda mais”, explicou.
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