MADRID 8 jan. (EUROPA PRESS) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, solicitou uma indenização de US$ 6,2 milhões (mais de 5,3 milhões de euros) a título de custas judiciais ao Ministério Público do Distrito da Geórgia, que o acusou de tentar invalidar os resultados das eleições presidenciais de 2020.
Isso foi afirmado pela defesa do presidente em um documento divulgado pela agência de notícias Bloomberg, aludindo a uma nova lei desse estado que exige que os réus sejam reembolsados pelos honorários advocatícios e outras despesas nos casos em que os promotores tenham cometido conduta indevida e tenham sido desqualificados.
O caso foi apresentado em 2023 pela promotora do condado de Fulton, Fani Willis, mas foi arquivado depois que se tornou público que a magistrada mantinha um relacionamento amoroso com o advogado que designou para conduzir o caso. Em 2024, um tribunal de apelação da Geórgia a afastou do caso.
Willis havia acusado Trump em uma ampla acusação por crime organizado, na qual imputava a ele e a alguns de seus principais aliados da campanha de 2020 conspiração para interferir nas eleições, de acordo com a lei estadual. Trump havia ligado para autoridades da Geórgia para tentar persuadi-las a reverter sua derrota para o democrata Joe Biden no estado. O inquilino da Casa Branca negou ter cometido qualquer irregularidade e afirmou ser vítima de uma “caça às bruxas”. No final de novembro passado, o promotor substituto de Willis solicitou que o caso fosse arquivado, argumentando que não valia a pena prosseguir, ao que o juiz acatou. “Considero que, apesar das evidências disponíveis, buscar a acusação de todos os envolvidos no caso (...) com base essencialmente federal seria igualmente improdutivo”, afirmou Pete Skandalakis, após se referir à investigação federal conduzida pelo procurador especial Jack Smith, que retirou as acusações contra o magnata no final de 2024, uma vez que Trump foi reeleito para presidir o país.
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