Publicado 03/03/2026 17:34

Trump propõe que os EUA escoltem petroleiros no estreito de Ormuz para "garantir" o "livre fluxo de energia"

3 de março de 2026, Washington, Distrito de Columbia, EUA: O presidente dos EUA, Donald Trump, fala durante uma reunião bilateral com o chanceler alemão Friedrich Merz no Salão Oval da Casa Branca, em 3 de março de 2026, em Washington, D.C. Trump está se
Europa Press/Contacto/Samuel Corum - Pool via CNP

Ordena mobilizar fundos dos EUA para dar seguros a “todas as companhias marítimas” que comercializam no Golfo MADRID 3 mar. (EUROPA PRESS) -

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta terça-feira que os Estados Unidos tomarão medidas para garantir a livre circulação de navios mercantes no Golfo Pérsico, enfatizando que “se necessário” a Marinha americana escoltará petroleiros no estreito de Ormuz, passagem fundamental para o comércio mundial de energia que está nas mãos do Irã.

“Se necessário, a Marinha dos Estados Unidos começará a escoltar os petroleiros através do estreito de Ormuz o mais rápido possível”, afirmou o presidente norte-americano em uma mensagem nas redes sociais, na qual destacou que “aconteça o que acontecer”, Washington vai “garantir” o “livre fluxo de energia para o mundo”.

“O poder econômico e militar dos Estados Unidos é o maior do mundo. Mais medidas serão tomadas”, proclamou o inquilino da Casa Branca, após indicar que mobilizará “imediatamente” fundos da Corporação Financeira de Desenvolvimento Internacional dos Estados Unidos (DFC) para garantir “todo o comércio marítimo” no Golfo Pérsico.

Com ênfase especial em garantir as transações energéticas, Trump ordenou que a DFC “forneça, a um preço muito razoável, seguros contra riscos políticos e garantias para a segurança financeira de todo o comércio marítimo, especialmente o energético, que transita pelo Golfo”.

O presidente norte-americano indicou que esta medida estará disponível para “todas as companhias marítimas” que transitem nesta zona. A preocupação dos países ocidentais está a aumentar face às repercussões comerciais da escalada regional na guerra no Irão, depois de Teerão ter retaliado contra os ataques massivos dos Estados Unidos e de Israel. Na mesma linha, a França ordenou que o porta-aviões Charles de Gaulle, seus meios aéreos e sua escolta de fragatas se dirigissem ao Mediterrâneo para garantir o tráfego marítimo no canal de Suez.

A operação deixou até o momento cerca de 800 mortos no Irã, conforme confirmado nesta terça-feira pela Cruz Vermelha, incluindo o líder supremo iraniano, o aiatolá Alí Jamenei, eliminado no primeiro dia da ofensiva.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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