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MADRID 26 mar. (EUROPA PRESS) -
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, concedeu na terça-feira um perdão presidencial a Devon Archer, o ex-companheiro do filho primogênito do ex-presidente dos Estados Unidos Joe Biden, Hunter Biden, que foi condenado por participar de uma conspiração para fraudar uma tribo nativa americana.
Antes de Trump assinar o perdão, ele argumentou que a Justiça o tratou de forma "muito injusta" quando começou a colaborar com os republicanos sobre os negócios de Biden. "Muitas pessoas me pediram para fazer isso. Acho que ele foi tratado de forma muito injusta, então revisei o registro, estudei-o e ele foi. Na minha opinião, ele foi vítima de um crime, então vamos reverter a situação", disse ele.
"Parabéns, Devon", disse o presidente após assinar o documento. O secretário de gabinete de Trump, Will Scharf, assegurou que "o tom e a compleição" do caso "mudaram drasticamente depois que ele começou a cooperar com os investigadores do Congresso e serviu como testemunha contra" a família Biden, de acordo com declarações captadas pela rede de televisão norte-americana CBS.
Devon Archer foi condenado em 2018 por seu papel em um esquema para fraudar uma tribo nativa por meio da venda de títulos. Sua condenação foi anulada no mesmo ano, mas um tribunal de recursos a restabeleceu em 2020 e, dois anos depois, ele foi sentenciado a um ano de prisão.
Separadamente, em 2023, ele testemunhou perante o Comitê de Supervisão da Câmara, liderado pelos republicanos, enquanto os legisladores tentavam defender um processo de impeachment contra Biden. Em seu depoimento, ele disse que Hunter Biden se aproveitou do nome de seu pai, mas não que ele exerceu qualquer influência que pudesse levar a irregularidades.
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