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MADRID 24 abr. (EUROPA PRESS) -
O governo dos Estados Unidos solicitou à Suprema Corte que mantenha a nova lei que impede que pessoas transgênero entrem para as Forças Armadas, em consonância com outras ordens executivas de sua administração, como a que impede que mulheres transgênero participem de competições esportivas femininas.
O procurador-geral dos EUA, John Sauer, pediu aos juízes da Suprema Corte que bloqueassem uma decisão de um tribunal federal que suspendeu essa medida e, assim, colocou em risco os interesses dos militares e da segurança nacional.
Essa é a décima vez que o governo Trump pede à Suprema Corte que decida a seu favor depois que outros tribunais bloquearam a entrada em vigor de suas políticas. Se a medida entrasse em vigor, milhares de pessoas seriam expulsas das forças armadas, muitas delas com vários anos de serviço.
O juiz distrital dos EUA, Benjamin Settle, derrubou a iniciativa do governo Trump em março, alegando que ela não só não demonstra, como ele afirma, que a presença desses indivíduos poderia prejudicar a coesão e a disciplina nas fileiras, mas também que é um ataque aos seus direitos constitucionais.
Ao mesmo tempo, a Suprema Corte está deliberando sobre outro caso importante envolvendo o coletivo, relacionado a leis estaduais que proíbem bloqueadores de puberdade, terapia hormonal e cirurgia para menores de 18 anos.
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