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MADRID 14 nov. (EUROPA PRESS) -
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu ao Departamento de Justiça e ao FBI que investiguem o ex-presidente Bill Clinton por suas supostas ligações com Jeffrey Epstein, empresário acusado de liderar uma rede de tráfico sexual de crianças, depois de mais uma vez rejeitar qualquer comportamento criminoso em suas ligações com o falecido financista.
Em declarações publicadas em sua conta na plataforma social Truth, Trump culpou a oposição democrata por insistir na "farsa de Epstein" mais uma vez, após a publicação nesta semana do último lote de e-mails do empresário, em que o nome do presidente dos EUA aparece novamente. Em um deles em particular, Epstein escreveu que Trump "passou horas" com uma vítima do bilionário.
O presidente dos EUA insistiu mais uma vez que o Partido Democrata usou esses novos e-mails para "desviar a atenção" do "desastre" que eles causaram durante a última paralisação do governo dos EUA, motivada por desacordos entre senadores de ambos os partidos sobre itens orçamentários e que esteve prestes a lançar o país no caos até ser finalmente resolvido no último fim de semana após negociações de última hora.
Diante de toda essa situação, Trump anunciou que pedirá à procuradora-geral, Pam Bondi, bem como ao Departamento de Justiça e ao FBI que investiguem a fundo os vínculos que Epstein também mantinha com seu antecessor democrata Bill Clinton e com o ex-secretário do Tesouro deste último, Larry Summers, cujo nome também aparece nos últimos e-mails. Trump também está pedindo que a investigação seja estendida a outro nome, o do cofundador da plataforma de empregos LinkedIn, Reid Hoffman.
"Epstein era um democrata, e isso é um problema dos democratas, não dos republicanos. Pergunte a Bill Clinton, Reid Hoffman e Larry Summers sobre Epstein; eles sabem tudo sobre isso. Não perca seu tempo com Trump. Eu tenho um país para governar", concluiu.
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