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MADRID 10 abr. (EUROPA PRESS) -
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou na quarta-feira que se investigue o ex-diretor da Agência de Cibersegurança do Departamento de Segurança (CISA) dos Estados Unidos, Chris Krebs, e um ex-funcionário do Departamento de Segurança Interna, Miles Taylor, durante seu período como funcionários do Governo, depois que eles criticaram abertamente o magnata.
Trump pediu à Procuradora Geral Pam Bondi e à Secretária de Segurança Interna Kristi Noem que revisassem suas atividades como funcionários do governo. "Essa revisão deve identificar quaisquer instâncias em que sua conduta pareça ter sido contrária aos padrões de aptidão para funcionários federais, envolvendo a disseminação não autorizada de informações confidenciais", diz uma ação presidencial.
Como parte dessa análise, ele solicitou uma avaliação abrangente de todas as atividades da CISA nos últimos seis anos. Depois disso, o procurador-geral e o secretário de segurança interna produzirão um relatório conjunto com recomendações para ações corretivas ou preventivas. Além disso, ele ordenou a suspensão de quaisquer autorizações de segurança ativas mantidas por indivíduos em entidades associadas a Krebs e Taylor, enquanto se aguarda "uma revisão para verificar se elas são consistentes com o interesse nacional".
O inquilino da Casa Branca argumentou que Krebs é um "ator importante" que "abusou de sua autoridade governamental". "A má conduta de Krebs envolveu a censura de discursos desfavoráveis envolvendo a eleição de 2020 e a pandemia de COVID-19", disse ele. Ele também afirmou que a agência de segurança cibernética "suprimiu opiniões conservadoras sob o pretexto de combater a suposta desinformação" e "coagiu" plataformas de mídia social "para promover sua missão partidária".
A esse respeito, indicou que Krebs "promoveu a censura de informações eleitorais", "negou falsa e infundadamente que a eleição de 2020 foi fraudada e roubada, inclusive descartando de forma inadequada e categórica a má-fé eleitoral generalizada (...), e "distorceu o debate de boa-fé sobre a COVID-19 ao tentar desacreditar pontos de vista amplamente compartilhados que eram contrários à perspectiva da CISA".
"Condutas abusivas desse tipo violam a Primeira Emenda e corroem a confiança no governo, minando assim a força de nossa própria democracia. Aqueles que se envolvem ou apóiam tal conduta não devem mais ter acesso aos segredos de nossa nação", acrescentou.
Quanto ao caso de Taylor, ele disse que ele "priorizou sua própria ambição, notoriedade pessoal e ganho monetário em detrimento da fidelidade ao seu juramento constitucional, de modo que ele "alimentou a dissidência fabricando relatórios sensacionalistas sobre a existência de uma suposta 'resistência' dentro do governo que 'prometia' minar e tornar ineficaz um presidente em exercício".
"Ele publicou ilegalmente conversas confidenciais para vender seu livro sob o pseudônimo de 'Anônimo', que está repleto de falsidades e histórias fabricadas. Ao fazer isso, Taylor abandonou seu juramento sagrado e seu compromisso com o serviço público ao revelar informações confidenciais obtidas por meio de métodos não autorizados e traiu a confiança daqueles com quem serviu", criticou.
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