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MADRID 9 jun. (EUROPA PRESS) -
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nomeou oficialmente o atual procurador-geral interino e um de seus ex-advogados, Todd Blanche, como procurador-geral do país, em substituição a Pam Bondi, que foi destituída em abril passado.
A decisão pode gerar uma batalha no Senado, que deve confirmar a escolha de Blanche, que ocupa o cargo interinamente desde a saída de Bondi. Desde sua chegada ao cargo, ele tem agido de forma agressiva e se curvado em grande parte às exigências de Trump, o que provocou críticas por parte de vários congressistas, tanto democratas quanto republicanos.
Depois que Trump antecipou sua intenção de nomear Blanche na semana passada, dois republicanos de destaque — os senadores Thom Tillis (Carolina do Norte) e John Cornyn (Texas) — afirmaram que ainda tinham dúvidas sobre sua possível eleição como procuradora-geral, segundo informações do jornal “The Washington Post”.
O líder da maioria no Senado, John Thune (republicano da Dakota do Sul), afirmou que a maioria dos membros do partido se mostra “bastante deferente em relação a quem o presidente quer em alguns cargos-chave”. “
Sem o apoio dos democratas, os republicanos só podem se dar ao luxo de perder três votos, dada a atual composição do Senado, para continuar contando com o número necessário de apoios para aprovar a nomeação de Blanche, com o vice-presidente, JD Vance, desempatando caso seja necessário.
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