Publicado 20/03/2026 13:05

Trump sobre a morte de líderes israelenses nos ataques dos EUA e de Israel: "É assim que gostamos"

19 de março de 2026, Washington, Distrito de Columbia, EUA: O presidente dos Estados Unidos, Donald J. Trump, durante uma reunião bilateral no Salão Oval da Casa Branca, em Washington, DC, EUA, na quinta-feira, 19 de março de 2026.  A guerra com o Irã ser
Europa Press/Contacto/Aaron Schwartz - Pool via CN

MADRID 20 mar. (EUROPA PRESS) -

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, minimizou o impacto político da morte de vários altos dirigentes iranianos nos ataques conjuntos que vem realizando em conjunto com Israel desde o dia 28 de fevereiro passado e que o Irã condenou como assassinatos seletivos.

Após a morte do líder supremo do país, Ali Khamenei, logo no início dos bombardeios dos EUA e de Israel, os dias seguintes testemunharam uma série de mortes de altos cargos da República Islâmica. Entre os mais recentes, por exemplo, o secretário de Segurança Nacional, Ali Larijani, na última terça-feira.

Trump reconheceu publicamente, desde o início dos bombardeios, que as mortes tanto de membros da cúpula iraniana quanto de seus sucessores designados reduziram as opções dos EUA para negociar a paz. Nesta sexta-feira, no entanto, ele considerou a situação totalmente aceitável.

“Todos os líderes da próxima geração morreram. E a maioria dos líderes da próxima geração também morreu. E agora, ninguém quer ser líder lá. Eles estão passando por maus bocados”, declarou Trump nesta sexta-feira durante uma cerimônia de entrega de prêmios na Casa Branca.

“Queremos conversar com eles, mas não há com quem conversar. Não temos com quem conversar. E sabem de uma coisa? Gostamos assim”, garantiu o presidente americano antes de insistir que o Exército iraniano foi completamente derrotado: “A Marinha desapareceu, a Força Aérea desapareceu. Seus radares desapareceram. Tudo desapareceu”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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