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MADRID 6 set. (EUROPA PRESS) -
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, enterraram por um momento o machado de guerra para trocar elogios, apesar de o governo norte-americano ter imposto tarifas sobre os produtos do país asiático que poderiam chegar a 50% em represália por continuar importando energia russa.
Horas depois de Trump ter dito em seu site de rede social Truth Social, na sexta-feira, que a Índia e a Rússia já estavam "perdidas" para a China, o magnata negou isso em uma declaração à mídia, elogiando, em vez disso, o "relacionamento especial" entre os EUA e a Índia. "Não há nada com que se preocupar", disse ele.
"Sempre serei amigo de Modi, ele é um ótimo primeiro-ministro", disse Trump, que lembrou que em junho passado recebeu o chefe do governo indiano na Casa Branca.
Modi, por sua vez, respondeu ao gesto na manhã deste sábado em sua conta da rede social X, para "agradecer profundamente" e compartilhar "completamente" as boas palavras de Trump e a "avaliação positiva" que ele havia feito das relações bilaterais.
Modi foi um dos líderes convidados para os eventos organizados na China para o octogésimo aniversário da vitória sobre o Japão na Segunda Guerra Mundial, um evento que lhe deu a oportunidade de se encontrar cara a cara não apenas com o presidente local, Xi Jinping, mas também com o presidente russo, Vladimir Putin.
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