Europa Press/Contacto/Lian Yi
MADRID 22 jan. (EUROPA PRESS) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lançou oficialmente nesta quinta-feira o Conselho de Paz para Gaza, órgão que liderará Washington para supervisionar o cessar-fogo na Faixa e garantir a estabilidade da região, assegurando que a instituição terá “sucesso” e que poderá posteriormente se expandir para ter um alcance global.
Em um evento no Fórum Econômico de Davos, o presidente americano proclamou que a entidade criada por seu governo “terá muito sucesso em Gaza”, após insistir que a desmilitarização do Movimento de Resistência Islâmica, Hamas, será realizada.
“Se o Hamas não cumprir o que prometeu, será o seu fim”, indicou Trump, após ironizar que os jovens em Gaza “nascem com um rifle nas mãos”. Nesse sentido, indicou que o Conselho de Paz promoverá a estabilização de todo o Oriente Médio. “Acredito que isso vai acontecer, vai pôr fim a décadas de sofrimento, deter gerações de ódio e derramamento de sangue e forjar uma paz bela, duradoura e gloriosa para essa região”, afirmou. Em seguida, Trump apontou que a entidade pode expandir seu alcance e “fazer muitas outras coisas”. “Assim que este conselho estiver completamente formado, poderemos fazer praticamente tudo o que quisermos”, disse ele, afirmando que a entidade “pode se expandir” à medida que alcança seus objetivos na Faixa de Gaza.
Em meio a críticas pela intenção do magnata americano de que essa entidade substitua as Nações Unidas, Trump esclareceu no palco do Fórum de Davos que o Conselho de Paz trabalhará “em colaboração com as Nações Unidas”. “Sempre disse que as Nações Unidas têm um enorme potencial, mas não o têm aproveitado”, afirmou.
Dessa forma, ele apostou em “combinar” as duas organizações porque “pode ser algo muito único para o mundo”, insistindo que essa entidade se coloca à disposição de toda a comunidade internacional e não se limita apenas aos Estados Unidos.
Este discurso foi seguido pela assinatura dos membros do Conselho da Paz, com a presença de representantes da Hungria, Bulgária, Marrocos, Jordânia, Cazaquistão, Kosovo, Paquistão, Catar, Paraguai, Arábia Saudita, Turquia, Uzbequistão e Emirados Árabes Unidos, entre outros.
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