Europa Press/Contacto/Salwan Georges - Pool via CN
MADRID 16 abr. (EUROPA PRESS) -
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira que “tem que fazer o que é certo” e que “não tem nada contra o Papa”, no contexto da crise aberta com o líder máximo da Igreja Católica a respeito do Irã. “Posso discordar do Papa. Tenho o direito de discordar", afirmou.
"O Papa pode dizer o que quiser e eu quero que ele diga o que quiser, mas posso discordar. Acredito que o Irã não pode ter uma arma nuclear. Se tivesse, o mundo inteiro estaria em perigo. O Oriente Médio ficaria devastado e o mundo inteiro estaria em perigo", destacou em declarações à imprensa.
O Papa Leão XIV advertiu nesta mesma quinta-feira, a partir de Camarões, aos fiéis cristãos de que há quem “subordine” o “nome de Deus” aos seus próprios interesses militares, econômicos e políticos, e denunciou que essas pessoas arrastam o que é “santo” para o que há de “mais sujo e tenebroso”.
A troca de declarações ocorre no contexto da escalada dialética iniciada pelo presidente ao qualificar o Pontífice de “fraco em matéria de criminalidade e péssimo em política externa”, insistindo que alguém deveria dizer a ele que “o Irã matou pelo menos 42.000 manifestantes inocentes”, número que não foi confirmado por nenhuma autoridade nem organização humanitária.
Trump divulgou recentemente em suas redes sociais duas imagens geradas por Inteligência Artificial: na primeira delas, ele se representava como Cristo curando um doente e, na segunda, aparecia sendo abraçado por Jesus.
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