Europa Press/Contacto/Joey Sussman
MADRID 3 fev. (EUROPA PRESS) -
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a insistir nesta segunda-feira que seu governo está “muito perto” de chegar a um acordo com as autoridades cubanas que permita aos cubanos em território americano visitar seu país novamente. “Os homens gostariam de voltar, gostariam pelo menos de visitar seus familiares. E acredito que estamos muito perto de conseguir isso. Neste momento, estamos negociando com os líderes cubanos”, afirmou à imprensa no Salão Oval da Casa Branca. Nesse sentido, o presidente norte-americano garantiu que quer “cuidar” dos exilados cubanos que residem no país norte-americano: “Temos muitas pessoas que vieram de Cuba, que foram expulsas de Cuba ou que fugiram de Cuba. Eles vieram em jangadas, atravessaram águas infestadas de tubarões. Não sei como conseguiram. E isso foi há muitos anos", relatou. O inquilino da Casa Branca voltou a se referir à situação socioeconômica pela qual passa a ilha, afirmando que é uma "nação falida", já que "não recebem dinheiro da Venezuela nem de nenhum outro lugar", incluindo o México. Nesse sentido, ele garantiu que o governo de Claudia Sheinbaum “vai deixar” de fornecer petróleo a Havana, apesar de a mandatária ter assegurado no fim de semana que sua diplomacia estava tentando retomar o fornecimento de hidrocarbonetos.
Essas palavras vêm dias depois que o magnata nova-iorquino ameaçou impor novas tarifas a todos os países que enviam petróleo a Cuba, alegando o suposto apoio a organizações terroristas e potências estrangeiras por parte do governo de Miguel Díaz-Canel, que rejeitou essas acusações e mostrou sua disposição de “reativar” a cooperação com Washington em vários assuntos, incluindo a luta contra o tráfico de drogas e a lavagem de dinheiro.
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