Europa Press/Contacto/Zhao Dingzhe
MADRID 5 jan. (EUROPA PRESS) -
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reiterou no domingo seu apelo à "segurança nacional" sobre a Groenlândia, poucas horas depois que a primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, pediu a Washington que "ponha fim às ameaças" de uma possível anexação.
"Precisamos da Groenlândia por motivos de segurança nacional. Neste momento, é um lugar muito estratégico, cheio de navios russos e chineses", enfatizou o magnata republicano em declarações à imprensa a bordo do avião presidencial Air Force One.
Ele também criticou a forma como Copenhague está lidando com a segurança na ilha ártica, que pertence à Dinamarca em regime de autogoverno. "Para reforçar a segurança na Groenlândia, eles adicionaram mais um trenó puxado por cães", brincou.
Por outro lado, perguntado sobre sua possível justificativa para uma anexação, ele enfatizou a "segurança nacional". "E a União Europeia precisa que nós a tenhamos, e eles sabem disso", acrescentou.
Apesar de apontar a presença de navios chineses nas proximidades da Groenlândia, Trump rejeitou que uma possível anexação pudesse afetar seu "relacionamento muito bom" com o presidente da China, Xi Jinping.
"Temos o poder das tarifas, e ele tem outros poderes ao seu redor", disse ele, sem dar mais detalhes de sua abordagem, assegurando que cumprirá seu plano de ir ver o líder chinês em abril.
Poucas horas antes, Mette Frederiksen havia "instado veementemente os Estados Unidos a pararem com as ameaças contra um aliado historicamente próximo e contra outro país e outro povo, que disseram muito claramente que não estão à venda", argumentando que a posição do governo Trump "não faz sentido", já que a Dinamarca e, portanto, a Groenlândia, são membros da OTAN.
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