Publicado 17/01/2026 22:32

Trump garante que “nunca” ofereceu a presidência do Federal Reserve ao CEO do JPMorgan Chase

16 de janeiro de 2026, Washington, D.C., Estados Unidos: O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fala com a mídia ao deixar a Casa Branca em 16 de janeiro de 2026. O presidente está viajando para a Flórida para passar o fim de semana e assistir ao
Europa Press/Contacto/Andrew Leyden

MADRID 18 jan. (EUROPA PRESS) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado que “nunca” ofereceu ao presidente e diretor executivo do banco americano JPMorgan Chase, Jamie Dimon, o cargo de presidente do Federal Reserve, conforme publicado no início desta semana pelo jornal “The Wall Street Journal”, e manifestou sua intenção de processar a entidade por seu comportamento após o ataque ao Capitólio em 6 de janeiro de 2021. “Uma matéria de capa do The Fake News Wall Street Journal afirma, sem qualquer verificação, que eu ofereci a Jamie Dimon, do JPMorgan Chase, o cargo de presidente do Federal Reserve. Essa afirmação é totalmente falsa, nunca houve tal oferta e, na verdade, processarei o JPMorgan Chase nas próximas duas semanas por me destituir de forma incorreta e inadequada após o protesto de 6 de janeiro”, afirmou o magnata nova-iorquino em uma publicação nas redes sociais.

A esse respeito, Trump criticou o fato de o jornal americano nem mesmo ter entrado em contato com ele para perguntar se a oferta em questão existiu ou não. “Eu teria respondido rapidamente que 'não' e isso teria sido o fim da história”, acrescentou.

Na mesma mensagem, o inquilino da Casa Branca também rejeitou os rumores que sugerem que teria oferecido a Dimon o cargo de secretário do Tesouro, alegando que ele não é uma pessoa “na qual eu estaria muito interessado” e elogiando o “fantástico” trabalho de Scott Bessent à frente dessa pasta. “(Bessent é) uma superestrela. Por que eu daria isso a Jamie? Nenhuma oferta foi feita, nem mesmo pensada. O Wall Street Journal deveria verificar melhor os fatos ou sua credibilidade já enfraquecida continuará a cair", afirmou o presidente.

Essas declarações marcam um novo episódio na animosidade de Donald Trump em relação ao Wall Street Journal, meio de comunicação que ele criticou repetidamente, chegando a excluí-lo de suas viagens oficiais depois que o jornal econômico publicou um artigo sobre o falecido pedófilo Jeffrey Epstein.

Este fato resultou também em uma ação por difamação contra o jornal, movida em meados de julho do ano passado pelo presidente dos EUA, que acrescentou o referido jornal à lista de meios de comunicação “que vendem e promovem mentiras repugnantes” ao povo americano.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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