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MADRID 15 abr. (EUROPA PRESS) -
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a atacar nesta terça-feira o Papa Leão XIV para instá-lo a levar em consideração que o Irã “matou pelo menos 42.000 manifestantes inocentes”, número que não foi confirmado por nenhuma autoridade ou organização até o momento, no âmbito da escalada retórica iniciada pelo inquilino da Casa Branca nesta mesma semana ao qualificar o Sumo Pontífice de “fraco em matéria de criminalidade e péssimo em política externa”.
“Alguém poderia dizer ao Papa Leão XIV que o Irã matou pelo menos 42.000 manifestantes inocentes e totalmente desarmados nos últimos dois meses?”, questionou o magnata republicano, classificando como “absolutamente inaceitável” que o Irã possua uma bomba nuclear.
Donald Trump se pronunciou assim em um novo ataque frontal contra o Papa Leão XIV, depois que o líder do Vaticano se manifestou na semana passada contra a guerra em países como Ucrânia, Líbano ou Sudão, e também contra a violência no Irã.
“Leão deveria corrigir o rumo como Papa, usar o bom senso, parar de agradar à esquerda radical e se concentrar em ser um grande Papa, não um político”, afirmou no domingo o presidente norte-americano sobre as posições de seu homólogo na chefia do Estado do Vaticano, antes de concluir que tal posição “está prejudicando-o muito e, o mais importante, está prejudicando a Igreja Católica”.
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