HAIA 25 jun. (EUROPA PRESS) -
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, esclareceu nesta quarta-feira que apoia o artigo 5 do Tratado do Atlântico Norte, que consagra a defesa coletiva em caso de agressão contra um Estado membro, após as dúvidas que ele mesmo havia levantado nas últimas horas: "Se eu não o apoiasse, não estaria aqui".
Foi isso que Trump disse no final da cúpula dos líderes da OTAN em Haia, uma reunião "fantástica", segundo suas próprias palavras. O presidente dos EUA agradeceu publicamente ao primeiro-ministro holandês Dick Schoof e à Casa Real da Holanda por sediar a reunião.
O secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, também se referiu à controvérsia em torno do Artigo 5, ressaltando que todos os países, inclusive os Estados Unidos, estão "comprometidos" com ele. O texto, além disso, é "absolutamente claro", embora Rutte tenha ressalvado que os países aliados "nunca entrarão em detalhes" sobre os momentos "exatos" em que podem invocar a segurança coletiva, pois ele entende que isso ajudaria os "adversários".
Falando a repórteres a caminho de Haia na terça-feira, Trump sugeriu que o artigo mencionado estava sujeito a "inúmeras definições", em um tom ambíguo sobre uma das cláusulas consideradas fundamentais no tratado comum. "Estou empenhado em ser amigo deles. Fiz amizade com muitos desses líderes e tenho o compromisso de ajudá-los", disse ele.
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