Publicado 16/08/2026 20:12

Trump elogia o Acordo de Defesa de Meca como um “primeiro grande passo” para uma maior união no Oriente Médio

10 de agosto de 2026, Washington, Distrito de Columbia, EUA: O presidente dos Estados Unidos, Donald J. Trump, discursa durante a cerimônia de assinatura de um decreto que reavalia as vacinas infantis no Salão Oval da Casa Branca, em Washington, DC, em 10
Europa Press/Contacto/Bonnie Cash - Pool via CNP

MADRID 17 ago. (EUROPA PRESS) -

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comemorou neste domingo a assinatura do Acordo de Defesa Conjunta de Meca —assinado na última sexta-feira entre a Arábia Saudita, o Paquistão e a Turquia—, ao mesmo tempo em que se referiu a ele como um “primeiro grande passo” em prol de uma defesa “mais eficaz” no Oriente Médio.

“Fico muito feliz em ver que a Arábia Saudita, a Turquia e o Paquistão assinaram recentemente, e finalmente, o Acordo de Defesa Conjunta de Meca”, afirmou o presidente em uma mensagem nas redes sociais, na qual acrescentou que isso demonstra “como o Oriente Médio está se unindo e como os países poderão, finalmente, se defender de forma mais eficaz”.

Em seguida, o ocupante da Casa Branca parabenizou os “grandes líderes” dos três países signatários, ou seja, o príncipe herdeiro saudita, Mohamed bin Salmán, o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, e o primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif.

“Este é um primeiro passo grande, ousado e importante”, afirmou o chefe do Executivo dos Estados Unidos em relação ao referido pacto assinado na cidade saudita de Meca, com o objetivo de fortalecer a dissuasão coletiva diante do aumento das tensões na região.

Nesse sentido, o comunicado conjunto divulgado no dia da assinatura pelo Ministério das Relações Exteriores da Arábia Saudita apontou como objetivo do acordo “fortalecer a dissuasão coletiva contra qualquer ato de agressão”, estipulando, por sua vez, que “qualquer ataque armado contra qualquer um dos três Estados será considerado um ataque contra todos eles”.

O pacto surge após Riad e Islamabad terem assinado um acordo de defesa no ano passado, que abordava a questão da dissuasão conjunta. Já na época, o ministro da Defesa do Paquistão, Jawaja Asif, não descartou a inclusão de um terceiro país na fórmula.

Com este acordo histórico, os três países buscam fortalecer sua cooperação em matéria de defesa no contexto da guerra entre os Estados Unidos e o Irã, que afetou o território saudita e interrompeu o tráfego marítimo pelo Estreito de Ormuz, fundamental para o transporte de petróleo na região.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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