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MADRID, 7 jul. (EUROPA PRESS) -
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assegurou neste domingo que "há uma grande possibilidade" de que esta semana o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) e o Governo de Israel, com cujo líder, Benjamin Netanyahu, está programado para se reunir nesta terça-feira em Washington, cheguem a um acordo provisório de cessar-fogo de 60 dias para a Faixa de Gaza.
"Acho que há uma boa chance de chegarmos a um acordo com o Hamas nesta semana, na próxima semana", disse ele aos repórteres, afirmando que tal acordo significaria que "alguns reféns" poderiam ser libertados.
Nesse sentido, o primeiro-ministro israelense garantiu, antes de partir para Washington, que está "determinado a trazer todos (os reféns) de volta", indicando que ainda há 20 vivos e 30 mortos na Faixa de Gaza. "Até hoje, libertamos 205 dos 255 reféns, 148 deles vivos", disse ele em um comunicado divulgado por seu gabinete.
Ele estava otimista sobre sua visita à Casa Branca, mas disse que só aceitaria um acordo em Gaza "em nossos termos". "Estamos trabalhando para chegar a um acordo sobre os termos que aceitamos. Enviei uma equipe para negociar com instruções claras. A conversa com (Donald) Trump pode ser usada para avançar em direção ao resultado que todos nós esperamos", enfatizou.
Netanyahu e Trump fizeram essas declarações antes de sua reunião marcada para terça-feira, na qual discutirão os termos da trégua no enclave palestino.
Nesse sentido, o presidente dos EUA garantiu que está "trabalhando em muitas coisas" com Israel, incluindo conversas sobre um "acordo permanente" com o Irã.
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