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MADRID 4 ago. (EUROPA PRESS) -
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que seu enviado especial para o Oriente Médio, Steve Witkoff, viajará para a Rússia no meio desta semana, presumivelmente antes que Washington cumpra sua ameaça de impor tarifas de 100% sobre Moscou e seus parceiros comerciais se não chegar a um acordo de cessar-fogo na Ucrânia.
Falando aos repórteres, ele disse que Witkoff visitaria Moscou apesar de estar "concentrado na fronteira". "Refiro-me a Gaza, levando comida para as pessoas. Acho que ele pode ir à Rússia na próxima semana, quarta ou quinta-feira. Eles querem vê-lo, pediram para se encontrar com ele. Vamos ver o que acontece", disse o chefe da Casa Branca.
O líder republicano também indicou que os dois submarinos enviados pelos EUA em resposta às declarações do ex-presidente russo Dmitry Medvedev estão "na região", embora ele não tenha dado mais detalhes sobre sua localização ou indicado se os submarinos são movidos a energia nuclear ou carregam armas nucleares.
A visita de Witkoff ocorre no momento em que Washington tenta aumentar a pressão sobre Moscou para que chegue a um cessar-fogo com Kiev. Nesse sentido, Trump confirmou sua intenção de impor tarifas de 100% sobre a Rússia a partir de 9 de agosto se o Kremlin não concordar com uma trégua.
Quando perguntado sobre uma mensagem de seu enviado especial às autoridades russas, Trump respondeu: "cheguem a um acordo para que parem de matar pessoas".
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