PRESIDENCIA DE KAZAJISTÁN EN X
MADRID 7 nov. (EUROPA PRESS) -
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira que o governo do Cazaquistão se unirá aos Acordos de Abraão, assinados em 2020, que levaram à normalização das relações diplomáticas entre Israel e vários países, todos eles árabes.
"O Cazaquistão é o primeiro país em meu segundo mandato a aderir aos Acordos de Abraão, o primeiro de muitos", disse ele em sua plataforma Truth Social, depois de ter tido uma "excelente" conversa telefônica com seu homólogo cazaque, Kassym-Jomart Tokayev, que está em visita oficial a Washington, e o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu.
O líder da Casa Branca chamou o gesto, até agora não confirmado por Astana, de "um grande passo na construção de pontes ao redor do mundo" e disse que a assinatura ocorrerá em uma cerimônia a ser anunciada por Washington "em breve".
"Hoje, mais nações estão se alinhando para abraçar a paz e a prosperidade por meio dos meus Acordos de Abraham (...) Há muitos outros países buscando se juntar a esse clube de força", reiterou, embora tenha afirmado que "ainda há muito a ser feito para unir os países em prol da estabilidade e do crescimento". Trump concluiu se gabando de "progresso real, resultados reais". "Abençoados são os pacificadores", acrescentou.
Com os Acordos de Abraão, os Emirados Árabes Unidos (EAU), o Bahrein, o Marrocos e o Sudão estabeleceram laços diplomáticos com Israel, juntando-se ao Egito (1979) e à Jordânia (1994). A ofensiva de Israel na Faixa de Gaza provocou tensões com governos que recentemente consideraram a possibilidade de adesão, como a Arábia Saudita, que condicionou a adesão ao estabelecimento de um Estado palestino.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático