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MADRID 7 nov. (EUROPA PRESS) -
O inquilino da Casa Branca, Donald Trump, declarou nesta quinta-feira que está "aberto" a levantar as sanções impostas contra o Irã, assegurando que Teerã o solicitou e considerando que as medidas "severas" são um obstáculo para o país centro-asiático.
"Francamente, o Irã tem perguntado se as sanções podem ser suspensas. O Irã recebeu sanções muito severas dos Estados Unidos e isso torna muito difícil para eles fazerem o que gostariam de fazer", disse ele, antes de afirmar que está "disposto a ouvi-los".
"Veremos o que acontece, mas estou aberto a isso", reiterou, ao mesmo tempo em que considerou que as novas autoridades sírias, de quem ele suspendeu as sanções, "estão fazendo um ótimo trabalho".
Trump fez essas palavras durante sua reunião com os líderes do Uzbequistão, Quirguistão, Tajiquistão, Turcomenistão e Cazaquistão, que anunciaram sua intenção de aderir aos Acordos de Abraham. Nesse sentido, o presidente dos EUA mencionou novamente Teerã, destacando que "muitos países queriam participar (desses acordos), mas não puderam por causa da situação no Irã, que tinha a possibilidade de fabricar armas nucleares".
"Quando o Irã estava intimidando o Oriente Médio, o que não está mais acontecendo, era difícil se opor a ele", acrescentou, expressando sua esperança de que isso mude "agora que o Irã foi muito dizimado em termos de seu programa nuclear" após os ataques dos EUA e de Israel ao território iraniano em junho passado.
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