Europa Press/Contacto/Tampa Bay Times - Arquivo
MADRID 18 mar. (EUROPA PRESS) -
O inquilino da Casa Branca, Donald Trump, anunciou que publicará nesta terça-feira 80.000 páginas de arquivos inéditos sobre o assassinato do presidente John F. Kennedy, depois de prometer durante a campanha eleitoral desclassificar os documentos vinculados a este caso.
"Já que estamos aqui, achei que seria apropriado: amanhã anunciaremos e divulgaremos todos os arquivos de Kennedy. Isso é esperado há décadas, e eu dei instruções à minha equipe... a muitas pessoas diferentes", disse ele aos repórteres durante uma visita ao Kennedy Center em Washington.
O presidente garantiu que há "muita informação para ler". "Não acho que vamos censurar nada. Eu disse: 'Apenas não censurem, vocês não podem censurar'", disse ele, acrescentando que as páginas são "interessantes".
Perguntado se havia visto o que havia nos arquivos, Trump disse que "ouviu falar deles". Eu disse durante a campanha que faria isso e sou um homem de palavra", disse ele, de acordo com o jornal americano "The Hill".
Em janeiro, Trump assinou uma ordem executiva para desclassificar arquivos relacionados aos assassinatos do ex-presidente John F. Kennedy, do senador Robert F. Kennedy, irmão de Kennedy, e de Martin Luther King. A ordem deu ao diretor de inteligência nacional e ao procurador-geral 15 dias para apresentar um plano para "divulgação total e completa" do caso Kennedy.
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