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MADRID 27 jun. (EUROPA PRESS) -
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que não cogita mais aliviar as sanções ao Irã para dar uma chance ao diálogo diante do discurso de "ódio" feito na quinta-feira pelo líder supremo, Ali Khamenei, a quem ele garantiu que "salvou" no último conflito porque "sabia exatamente onde ele estava escondido".
"Eu o salvei de uma morte muito feia e humilhante e ele não tem razão para dizer: obrigado, presidente Trump", disse o inquilino da Casa Branca, que reprovou particularmente Khamenei por dizer que o Irã havia "vencido a guerra" quando "ele sabe que é uma mentira". "Um homem que é tão crente não deve mentir", acrescentou.
Assim, Trump insistiu no Truth Social em sua tese de que as instalações nucleares iranianas foram "destruídas" pelos bombardeios e que, "em um ato final", ele mesmo conseguiu fazer com que Israel voltasse atrás com aeronaves militares com as quais "talvez" pretendesse lançar "um último golpe" contra o Irã.
Esse último ataque, de acordo com Trump, teria causado "danos enormes" e a morte de "muitos iranianos". "Seria, de longe, o maior ataque da guerra", acrescentou o presidente, que minutos antes havia alertado em uma coletiva de imprensa que não descartava lançar uma nova operação contra o Irã se o país reativasse seu programa nuclear.
Trump destacou que um hipotético levantamento das sanções teria facilitado a "recuperação" do Irã após o conflito, mas essa revisão foi paralisada com efeito "imediato". O Irã, nas palavras de Trump, é um país "sem esperança", e é por isso que ele recomendou que o país repensasse sua estratégia para perceber que "muitas vezes você consegue mais com mel do que com vinagre".
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