Publicado 11/05/2025 20:59

Trump dá as boas-vindas ao "retorno para casa" do refém Edan Alexander após negociações com o Hamas

7 de maio de 2025, Washington, Distrito de Colúmbia, EUA: O presidente dos Estados Unidos, Donald J. Trump, responde a perguntas de repórteres após o ex-senador americano David Perdue (republicano da Geórgia) ter sido empossado como embaixador dos EUA na
Europa Press/Contacto/Samuel Corum - Pool via CNP

MADRID 12 maio (EUROPA PRESS) -

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, saudou como "notícia monumental" a libertação, nas próximas 48 horas, do refém israelense-americano Edan Alexander, anunciada no domingo pelo Movimento de Resistência Islâmica (Hamas).

"Tenho o prazer de anunciar que Edan Alexander, um cidadão americano sequestrado desde outubro de 2023, está voltando para casa, para sua família", disse o presidente dos Estados Unidos em sua conta na rede social Truth, antes de agradecer a "todos os envolvidos em tornar possível esta notícia monumental".

Ele chamou o anúncio de "um passo dado de boa fé em relação aos Estados Unidos", bem como ao Catar e ao Egito, a quem ele reconheceu por seus "esforços" como mediadores na tentativa de acabar com "essa guerra brutal e devolver todos os reféns vivos e (...) os restos mortais a seus entes queridos".

"Espero que esse seja o primeiro dos passos finais necessários para acabar com esse conflito brutal, e espero ansiosamente por esse dia de celebração", concluiu Trump.

O Hamas afirmou que o acordo mostra sua disposição de iniciar imediatamente "negociações intensas e esforços sérios para chegar a um acordo final para acabar com a guerra e trocar prisioneiros de forma consensual".

Enquanto isso, o gabinete do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, confirmou que recebeu dos EUA a notícia da libertação de Alexander, mas ressaltou que "esse é um gesto para os americanos, sem compensação ou condições".

Os países mediadores, Qatar e Egito, descreveram o anúncio da libertação como um "passo positivo" em direção à retomada das negociações para acabar com a violência na Faixa de Gaza.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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