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MADRID 10 nov. (EUROPA PRESS) -
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, concedeu um perdão geral a quase 80 pessoas, incluindo Rudy Giuliani, Mark Meadows e John Eastman, com o argumento de que eles contribuíram para "expor a fraude eleitoral" durante a eleição de 2020, que ele perdeu para o democrata Joe Biden.
"Concedo um perdão total, completo e incondicional a todos os cidadãos americanos por qualquer conduta relacionada (...) aos seus esforços para expor fraudes eleitorais e vulnerabilidades nessas eleições", disse ele em um documento divulgado pelo advogado de perdão do Departamento de Justiça, Ed Martin, em sua conta pessoal na rede social X, que lista 77 pessoas que se beneficiaram da medida.
A Casa Branca "põe fim a uma grave injustiça nacional perpetrada contra o povo americano após a eleição presidencial de 2020 e continua o processo de reconciliação nacional", de acordo com a ordem, que especifica que ela "não se aplica ao presidente dos Estados Unidos". O perdão impediria que qualquer administração futura iniciasse um processo criminal contra as pessoas afetadas.
Entre os beneficiados pelo perdão estão o ex-prefeito de Nova York Rudy Giuliani; o chefe de gabinete de Trump em 2020, Mark Meadows; os advogados John Eastman e Kenneth Chesebro; o conselheiro de Trump Boris Epshteyn; e vários ex-presidentes do Partido Republicano em estados como Geórgia, Arizona e Nevada.
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