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MADRID 24 abr. (EUROPA PRESS) -
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a atacar a Universidade de Harvard e classificou o centro de ensino superior como uma "instituição antissemita de extrema esquerda com estudantes de todo o mundo que querem destruir o país".
"É uma bagunça liberal que permite que um bando de lunáticos enlouquecidos entrem e saiam das salas de aula e vomitem falsa raiva e ódio. É realmente horrível!", disse ele em uma mensagem publicada em seu perfil Truth Social.
O presidente da Universidade de Harvard, Alan Garber, anunciou na segunda-feira que a prestigiada instituição acadêmica entrou com uma ação judicial contra o governo de Donald Trump, depois que este congelou bolsas no valor de mais de três milhões de dólares (2,6 milhões de euros), após ter dito que não havia conseguido conter os protestos dos estudantes contra a guerra na Faixa de Gaza.
Trump também confirmou que um dos advogados que cuidará da ação judicial da universidade contra o governo dos EUA foi contratado por uma das empresas que atualmente administram os filhos do presidente dos EUA.
"Harvard é uma ameaça à democracia, com um advogado que me representa e, portanto, deve ser forçada a se demitir imediatamente ou ser demitida", escreveu ele no Truth Social.
"De qualquer forma, ele não é tão bom assim, e espero que minha grande e bela empresa, agora administrada por meus filhos, se livre dele o mais rápido possível", concluiu.
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