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MADRID 2 set. (EUROPA PRESS) -
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assegurou que "Chicago é, de longe, a cidade mais perigosa do mundo" e voltou a deixar escapar a ameaça de militarização, garantindo que "resolverá o problema" da criminalidade "rapidamente", como fez em Washington DC.
Trump garantiu que o último fim de semana em Chicago resultou em pelo menos 54 vítimas de tiroteios, oito delas mortas. "Os dois fins de semana anteriores foram semelhantes", disse ele, assumindo que o governador de Illinois, J.B. Pritzker, "precisa de ajuda".
"Chicago voltará a ser segura e será em breve", advertiu o presidente, que nos últimos meses não hesitou em mobilizar a Guarda Nacional em várias áreas do país, mesmo contra os critérios das administrações locais sob o controle do Partido Democrata, como aconteceu no caso da capital.
Pritzker já rejeitou o possível plano orquestrado pelo magnata para mobilizar a Guarda Nacional em Chicago. "Não há nenhuma emergência que justifique que o presidente dos Estados Unidos (...) mobilize a Guarda Nacional de outros estados ou envie militares em serviço ativo dentro de nossas próprias fronteiras", declarou ele há alguns dias.
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