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MADRID 3 jun. (EUROPA PRESS) -
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta terça-feira a assinatura de uma "nova e contundente" ordem executiva com o objetivo de pôr fim à "fraude" e "reverter a imigração ilegal em massa", por meio da qual pretende impedir o acesso de migrantes sem documentos aos sistemas financeiros do país norte-americano.
“Assinei uma nova e contundente ordem executiva, que será conduzida pelo Departamento do Tesouro, para impedir que bancos, cartões de crédito e instituições financeiras sejam utilizados para facilitar o tráfico de pessoas, o tráfico de drogas, a imigração ilegal e os cartéis criminosos que orquestram essas atividades”, afirmou o presidente dos Estados Unidos em uma mensagem publicada em sua rede social.
Nessa publicação, o inquilino da Casa Branca defendeu que “os imigrantes ilegais e os fraudadores estrangeiros roubam bilhões todos os anos dos contribuintes americanos”, justificando assim a nova medida como “parte do esforço histórico” de seu governo para “acabar com a fraude e reverter a imigração ilegal em massa”.
Segundo o magnata republicano, o acesso aos sistemas financeiros nacionais “deve ser limitado àqueles que têm o direito legal de estar” no país e “se dedicam ao comércio legal e legítimo”. "As contas bancárias utilizadas para facilitar a imigração ilegal, ou para armazenar os benefícios sociais recebidos por estrangeiros ilegais, serão encerradas, e os fundos acabarão sendo penhorados e confiscados para que possam ser devolvidos aos contribuintes", acrescentou.
Na opinião de Trump, “não é ridículo”, mas “profundamente perigoso” o fato de que “qualquer estrangeiro ilegal possa simplesmente apresentar uma carteira de motorista de um estado azul (democrata) ou um documento de fronteira de (o ex-presidente Joe) Biden e ter acesso irrestrito ao sistema financeiro dos Estados Unidos”.
Com essa ordem executiva, comemorou o presidente norte-americano, seu governo também aspira “impedir que bilhões saiam do país por meio de todo tipo de atividades criminosas”, ao mesmo tempo em que “reverte a invasão da fronteira de Biden”.
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