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MADRID 19 dez. (EUROPA PRESS) -
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou na quinta-feira um projeto de lei que autoriza a alocação de quase 900 bilhões de dólares (cerca de 767,858 bilhões de euros) para programas do Departamento de Defesa, um recorde de gastos militares, incluindo um aumento salarial de 3,8% para as tropas.
A chamada Lei de Autorização de Defesa Nacional (NDAAA) aprova gastos de 901 bilhões de dólares (768,741 bilhões de euros) para o ano fiscal de 2026, o que, segundo o jornal 'The Hill', é 8 bilhões de dólares a mais do que o solicitado pela administração Trump.
A medida também inclui um aumento de 3,8% nos salários militares, 400 milhões de dólares em ajuda à Ucrânia nos próximos dois anos e restrições aos investimentos dos EUA na China.
No entanto, inclui uma cláusula que corta uma parte do orçamento de viagens do chefe do Pentágono, Pete Hegseth, em 25%, até que ele forneça ao Congresso imagens brutas de vídeo dos ataques a navios em águas caribenhas ordenados por Hegseth. Nas últimas semanas, os democratas e republicanos do Congresso expressaram preocupação com os bombardeios no Caribe e também no Pacífico, que já mataram mais de 100 pessoas.
A assinatura ocorre depois que o Senado aprovou o projeto de lei na quarta-feira com 77 votos a favor e 20 contra, e depois que a Câmara dos Deputados deu sinal verde ao pacote com 312 votos a favor e 112 contra.
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