Publicado 29/07/2026 20:46

Trump, após sua reunião com Zelenski: “Gostaria que ele pusesse fim à guerra”

28 de julho de 2026, Washington, EUA: O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky (à esquerda) e o presidente dos EUA, Donald Trump, realizam uma reunião bilateral em Washington durante a visita de trabalho de Zelensky aos Estados Unidos. Foto: -/Presidente
-/President Of Ukraine via APA I / DPA

MADRID 30 jul. (EUROPA PRESS) -

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou nesta quarta-feira, logo após a reunião realizada na véspera com seu homólogo da Ucrânia, Volodimir Zelenski, que gostaria que ele “pusesse fim à guerra” com a Rússia.

“Gostaria que ele pusesse fim à guerra”, destacou o presidente em declarações à imprensa, após insistir que sua reunião com Zelenski “correu bem”.

Nessa linha, após se gabar de se dar “bem” tanto com Zelenski quanto com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, o morador da Casa Branca destacou que “não é aceitável” que seja “comum” que “milhares de pessoas” morram por causa desse conflito.

“25 mil pessoas morreram no mês passado. Isso é algo comum. E não é aceitável. Por isso, eu disse a ele (a Zelenski): Simplesmente, ponha um fim à guerra”, afirmou o magnata republicano.

A visita de Zelenski nesta terça-feira é a terceira que ele realiza ao Salão Oval desde o encontro tenso que ele e Trump tiveram no final de fevereiro de 2025. “Nossas relações estão muito melhores e mais construtivas. Já não são tão emocionais como antes e acho que é bom que tenham melhorado”, afirmou o próprio chefe do Executivo ucraniano após a reunião.

Sobre esta última viagem a Washington, Zelenski considera que ela deve ter servido como prelúdio para uma próxima visita dos enviados especiais de Trump, Jared Kushner e Steve Witkoff, que, embora tenham mantido contato com as partes russa e ucraniana, concentraram seus principais esforços na crise do Irã.

Assim, o presidente ucraniano antecipou que a visita poderia ocorrer em duas semanas, concretizando um pouco mais a data de um encontro que vem sendo cogitado há algum tempo e que seria o primeiro a ser realizado em Kiev com a presença de Witkoff e Kushner, após várias reuniões no Kremlin.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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